Terceiro Setor e CRM: A Dupla Essencial para o Sucesso da sua ONG
O que é o Terceiro Setor?

O que é um CRM?

A Importância do CRM para as ONGs: Por que sua causa precisa de um?

Se o assunto for tecnologias, política e cultturas que mudam a sociedade de modo geral, você chegou onde queria!



Terça-feira, 15 de julho de 2025. Era para ser mais um dia comum na minha rotina como cenógrafo — nas horas vagas, também atuo como programador freelancer. Mas tudo mudou com um telefonema do meu amigo Taborda, líder comunitário. Do outro lado da linha, ele me contou algo alarmante: casas de famílias simples estavam sendo demolidas por estarem localizadas próximas à linha de transmissão de alta tensão da COPEL.
O processo de reintegração de posse é antigo e controverso. Teve início em 2020 e, cinco anos depois, ainda está em curso. Alguns moradores têm apenas um contrato informal de compra e venda, de mais de 30 ou 40 anos. Outros possuem escrituras e pagam IPTU regularmente. Mesmo assim, nos autos do processo judicial, todos os terrenos próximos à linha de transmissão são reivindicados como propriedade da COPEL, que exige a reintegração.
Agora, em 2025, as demolições começaram de fato. E, com elas, veio o desespero de cerca de 200 famílias envolvidas. Imediatamente após o telefonema do Taborda, começamos a mobilizar a comunidade.
Durante a reunião com os moradores, surgiu muita desinformação e incerteza. Tomei a palavra e apresentei um documento de fundação da CODEP – Comissão de Defesa Popular, autorizado por dezenas de famílias. Em consenso, decidimos organizar um protesto: a paralisação da Rodovia dos Minérios, como forma de denúncia contra a falta de compromisso das autoridades envolvidas — COPEL, Prefeitura e COHAPAR.
Essas mesmas autoridades, vale lembrar, haviam prometido realocar as famílias afetadas. Mas romperam o acordo, silenciosamente — tão silenciosamente quanto foi a venda de parte da COPEL a empresas internacionais, dos Estados Unidos e de Singapura.
Com o protesto pronto para acontecer, recebemos uma convocação de última hora: a COPEL marcou uma reunião com representantes da CODEP. O resultado foi uma suspensão temporária das demolições por 60 dias úteis, prorrogáveis por mais 30, tempo concedido para que as famílias se organizem e procurem defesa jurídica. Diante disso, mudamos o destino do protesto: fomos até a frente da prefeitura.
A resposta do poder público? Suspensão do expediente, isolamento do prédio, reforço policial e até acionamento do Batalhão de Choque da PM. Mesmo assim, nossa manifestação foi pacífica e respeitosa. Seguimos aguardando, até hoje, a manifestação formal do prefeito e demais autoridades.
Em meio às conversas de bastidores, fomos informados por terceiros de que o ex-prefeito Gerson Colodel confirma a doação de um terreno para realocar as famílias. A COPEL, por sua vez, alega que a COHAPAR não tem verba para construir as casas. Alguns moradores sugeriram que a prefeitura faça a doação direta dos lotes aos próprios moradores, para que eles construam suas moradias. Mas aí surge uma nova barreira: a alegação de que isso seria ilegal.
Se você pensou o mesmo que eu, saiba: não, não é ilegal. A dúvida é válida, mas a resposta é clara.
A doação de terrenos públicos é permitida pela legislação brasileira quando há finalidade social, como reassentamento de famílias em situação de risco. O que existe, muitas vezes, é confusão — ou uso da “lei” como desculpa para a omissão política.
Reconhece a função social da propriedade e dá ao Município o poder de ordenar o uso do solo urbano, inclusive para fins habitacionais.
Promove a regularização fundiária e o uso de imóveis públicos para moradia popular.
Art. 4º, III: Permite concessão de uso, doação ou alienação de imóveis públicos para fins de interesse social.
Autoriza a doação de bens públicos, com ou sem encargos, desde que haja interesse público devidamente justificado e, se necessário, aprovação legislativa.
Viabiliza a doação de terrenos da União, Estados ou Municípios a famílias de baixa renda. Inclusive permite doações com dispensa de licitação, no caso de Reurb de Interesse Social (Reurb-S).
A resposta pode estar em três fatores:
Desinformação jurídica por parte da administração pública (algo comum, infelizmente);
Desinteresse político em enfrentar o problema de forma justa;
Uso da lei como pretexto para omissão, já que regularizar e doar exige esforço, responsabilidade e vontade política.
Sim. É legal, moral e necessário, desde que:
A finalidade seja pública (reassentamento, segurança, moradia);
Haja justificativa técnica (ex: laudos da Defesa Civil);
A doação siga os trâmites administrativos e legais;
O uso do terreno seja compatível com a política urbana do município.
✅ Exigir que a Prefeitura elabore um plano de reassentamento com base na Reurb-S;
✅ Cobrar da Câmara Municipal a aprovação de um projeto de lei que autorize a doação direta dos lotes;
✅ Acionar a Defensoria Pública, Ministério Público e OAB para pressionar a administração;
✅ Usar o argumento da proteção à vida e do interesse social como base legal e moral.
A verdade, caro leitor, é que nós, cidadãos, temos feito o possível. Mas muito ainda depende daqueles que ocupam cargos públicos. Nossos vereadores podem — e devem — agir. Até agora, estão omissos. Mas vamos chegar neles. Nem que para isso seja necessário queimar muitos pneus. Mas esperamos que não seja preciso chegar a esse ponto. Mas que o povo seja ouvido — isso, sim, é urgente!
Durante o jogo, os participantes podem ganhar:
Cupons de desconto em lojas locais;
Brindes e produtos patrocinados;
Ingressos para eventos culturais e esportivos;Vouchers especiais em promoções relâmpago lançadas por patrocinadores.
O aumento salarial dos vereadores em Almirante Tamandaré, PR, gerou grande controvérsia entre a população. Com um reajuste de 19,44%, os vereadores passarão a receber R$ 13.765,31, enquanto a renda per capita da população gira em torno de um salário mínimo.
A cidade enfrenta desafios significativos, como alta taxa de desemprego e falta de investimentos em áreas essenciais, como saúde, educação e saneamento. Nesse cenário, o aumento salarial dos vereadores é visto como um privilégio injustificado.
O salário atual dos vereadores é de R$ 11.524,80, sendo significativamente bem alto em relação à renda média da população.
A Câmara Municipal não forneceu explicações claras sobre a justificativa do aumento. Alem do que, este aumento salarial não reflete as necessidades reais da população.
Obrigado por ter lido essa pequena materia sobre um assunto tão importante. Aproveite para assinar o nosso abaixo assinado contra esse aumento clicando no link : https://chng.it/yZHX4mBzBW
- uma frase poderosa que resume a essência da democracia brasileira, inscrita na Constituição de 1988. É um lembrete de que a verdadeira força vem do povo, dos cidadãos que constroem e moldam o futuro do país.
No movimento "O Povo no Poder (2.0)", buscamos relembrar essa verdade fundamental. Queremos inspirar nosso povo que mora em Almirante Tamandaré a assumir seu papel protagonista na construção de um futuro melhor, mais justo e igualitário.
O poder sempre esteve em suas mãos. É hora de exercê-lo, de fazer sua voz ser ouvida e de contribuir para a transformação do nosso municipio.
Conheça alguns Princípios do Movimento:
- Democracia Participativa: O povo é o verdadeiro detentor do poder.
- Igualdade e Justiça: Todos têm direito a uma vida digna e igualitária.
- Cidadania Ativa: A participação popular é fundamental para o desenvolvimento do município.
Venha fazer parte desse movimento! Juntos, podemos criar uma Tamandaré mais forte, mais justa e mais nossa. O poder emana do povo, e é hora de exercê-lo!
Os vereadores deveriam estar fiscalizando essas irregularidades a fim de que as normas legais nas terceirizações fossem seguidas a risca para garantir maior transparência na gestão pública.
incansavelmente dados sobre tudo e todos ali presentes.A Verdade Nua e Crua Muita gente já ouviu — ou até disse — a expressão: “essa é a verdade nua e crua”. Poucos sabem, no entanto, de onde su...