segunda-feira, 8 de setembro de 2025

A verdade saindo do poço.

 A Verdade Nua e Crua



Muita gente já ouviu — ou até disse — a expressão: “essa é a verdade nua e crua”.

Poucos sabem, no entanto, de onde surgiu essa frase.


A origem remonta a uma antiga parábola francesa, que inspirou a pintura “A Verdade Saindo do Poço”, de Jean-Léon Gérôme.


Segundo a história, a Verdade e a Mentira caminharam juntas um dia. A Mentira, astuta, convidou a Verdade a se banhar num poço. Quando a Verdade mergulhou, a Mentira roubou suas roupas e saiu vestida com o disfarce da Verdade. Ao tentar voltar, a Verdade encontrou-se despida, rejeitada pelos homens que não suportavam vê-la assim, sem adornos. Desde então, diz-se que a Verdade sai nua do poço, enquanto a Mentira vagueia pelo mundo vestida de belas roupas.


Daí vem a expressão “verdade nua e crua”: a verdade em seu estado mais puro, sem enfeites, sem disfarces, sem concessões.


É interessante perceber como uma imagem do século XIX e uma lenda ainda mais antiga permanecem vivas em nosso vocabulário e em nossa cultura. Talvez porque, no fundo, continuemos os mesmos: fascinados pelas mentiras bem contadas, mas inquietos diante da verdade que insiste em aparecer, mesmo quando nos incomoda.

domingo, 7 de setembro de 2025

A farça da Independência do Brasil

7 de Setembro, a grande mentira! 



No dia 7 de setembro, o Brasil comemora sua independência, relembrando o fantasioso “grito do Ipiranga” dado por Dom Pedro às margens do riacho paulista em 1822. Mas porque será que  essa independência não  representou, de fato, uma libertação para o povo brasileiro? Porquê parece estar mais próxima de uma farsa histórica, construída para atender às elites e criar um mito nacional?

Vamos entender essa "independência" feita de cima para baixo?


Diferente de outros países da América Latina, que conquistaram a liberdade através de guerras populares e movimentos revolucionários, o Brasil proclamou sua independência pelas mãos de um príncipe europeu: Dom Pedro, filho do rei de Portugal.

Ou seja, não foi o povo que decidiu seu destino, mas sim uma elite preocupada em manter privilégios e o controle político.


O preço da liberdade


Pouca gente lembra que a independência não foi gratuita. Para que Portugal reconhecesse a separação, o Brasil pagou uma indenização milionária, em libras esterlinas, com dinheiro emprestado da Inglaterra.

Na prática, trocamos a dependência política de Portugal pela dependência financeira dos ingleses, que se tornaram nossos maiores credores e parceiros comerciais.


E o povo?


Enquanto as elites garantiam seus interesses, a maioria da população não viu mudanças significativas.

Metade do país ainda era composta por pessoas escravizadas, que continuaram sem direitos até 1888. Povos indígenas foram ignorados ou massacrados. O trabalhador livre pobre permaneceu à margem, sem acesso a terras ou cidadania plena.

A independência trouxe uma nova bandeira e um novo hino, mas não trouxe justiça social.


O mito do Ipiranga



O famoso quadro de Pedro Américo, pintado em 1888, imortalizou a cena de Dom Pedro com espada em punho, cercado por soldados, proclamando: “Independência ou Morte!”.

Na realidade, o episódio foi muito menos grandioso. Historiadores apontam que se tratou de um ato burocrático, sem a dramaticidade heroica que a pintura sugere. A imagem foi construída para fortalecer um mito nacional e reforçar o poder da monarquia.


Uma independência inconclusa


Chamar a independência de “farsa” não significa negar sua importância. Ela foi um marco, mas um marco incompleto. Representou um passo político, mas não social. Rompeu com Portugal, mas não com a desigualdade.

As lutas populares que vieram depois — como a Cabanagem, a Balaiada e a Confederação do Equador — são provas de que muitos brasileiros não se sentiram libertos em 1822.


Talvez a verdadeira independência ainda seja um processo em construção. Afinal, enquanto houver desigualdade, exclusão e concentração de poder, continuaremos presos às mesmas correntes que nos acompanharam desde o nascimento do país.


segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Manifesto Popular pela Dignidade e Moradia




Manifesto Popular pela Dignidade e Moradia – Almirante Tamandaré

Nós, cidadãos e cidadãs de Almirante Tamandaré, organizados de forma independente e solidária, declaramos publicamente nossa posição diante das injustiças, omissões e ameaças que atingem nossas famílias e nosso direito à moradia digna.

Nos últimos meses, presenciamos tentativas de remoção e demolição de casas por parte da COPEL, em articulação com autoridades municipais, sob o pretexto de regularização de áreas e segurança. Embora tenhamos conquistado um adiamento temporário das demolições, o prazo que nos foi concedido não representa solução definitiva — é apenas uma pausa que adia o sofrimento.

A verdade é simples: sem ação concreta da Prefeitura e sem compromisso público das autoridades, centenas de famílias continuarão vivendo na incerteza, sob ameaça constante de perder o único teto que possuem.

Repudiamos a política das reuniões a portas fechadas, sem transparência e sem a presença de representantes legítimos eleitos pela comunidade. Decisões que afetam tantas vidas não podem ser tomadas em gabinetes, mas sim à luz do dia, com voz e voto de todos os envolvidos.

Nossa luta não é contra um órgão ou uma empresa em específico. Nossa luta é pelo direito humano à moradia, garantido pela Constituição Federal, e pelo respeito às famílias em situação de vulnerabilidade.

Por isso, exigimos:

  1. Que a Prefeitura apresente, em prazo imediato, um plano público e detalhado para reassentar todas as famílias ameaçadas de despejo, priorizando terrenos e habitações adequadas no próprio município.

  2. Que qualquer negociação ou reunião envolvendo a comunidade seja feita com a presença do advogado das famílias e representantes eleitos pelo coletivo, garantindo total transparência.

  3. Que se suspendam definitivamente as ordens de demolição enquanto não houver solução habitacional real e justa.

Enquanto essas demandas não forem atendidas, iremos às ruas, às praças e à porta da Prefeitura. Nossa manifestação é pacífica, mas é firme. Não aceitaremos que a omissão continue a roubar o futuro de nossas crianças e o sossego de nossas famílias.

Esta luta é de todos. Hoje somos nós, amanhã pode ser qualquer um.

Quem tem casa, tem dignidade. Quem tira uma casa, tira um pedaço da vida.



Clique no link abaixo do nosso grupo no WhatsApp para entender e apoiar essa causa:
Movimento de Luta nos Bairros

domingo, 3 de agosto de 2025

Terceiro Setor e CRM: A Dupla Essencial para o Sucesso da sua ONG

Terceiro Setor e CRM: A Dupla Essencial para o Sucesso da sua ONG

No cenário atual, onde a busca por impacto social e a sustentabilidade das causas são cada vez mais cruciais, a gestão eficiente se torna um pilar fundamental para organizações do Terceiro Setor. Para alcançar seus objetivos e maximizar o bem que fazem, é imperativo que essas entidades adotem ferramentas e estratégias que otimizem suas operações e fortaleçam seus relacionamentos. É nesse contexto que o entendimento sobre o Terceiro Setor e a aplicação de um CRM (Customer Relationship Management) se tornam não apenas relevantes, mas essenciais.

O que é o Terceiro Setor?

O Terceiro Setor é um conceito que se refere ao conjunto de organizações privadas, sem fins lucrativos, que atuam em prol do bem comum. Diferente do Primeiro Setor (o Estado) e do Segundo Setor (o mercado, com suas empresas e fins lucrativos), o Terceiro Setor é composto por entidades que buscam gerar impacto social, ambiental ou cultural, reinvestindo seus recursos em suas próprias causas.
Essas organizações desempenham um papel vital na sociedade, preenchendo lacunas e oferecendo soluções para problemas que o Estado e o mercado, por si só, não conseguem resolver. Exemplos incluem ONGs (Organizações Não Governamentais), associações, fundações, institutos e entidades beneficentes.
Diagrama dos Três Setores

O que é um CRM?

CRM é a sigla para Customer Relationship Management, que em português significa Gestão de Relacionamento com o Cliente. Trata-se de uma estratégia de negócio e, mais especificamente, de um sistema que permite às organizações gerenciar e analisar as interações com seus clientes e potenciais clientes. O objetivo é melhorar o relacionamento, auxiliar na retenção de clientes e impulsionar o crescimento das vendas.
Para o Terceiro Setor, o "cliente" pode ser entendido como o doador, o voluntário, o parceiro, o beneficiário ou qualquer indivíduo ou organização com quem a ONG se relaciona. Um sistema de CRM centraliza informações, automatiza processos e oferece insights valiosos sobre essas interações.
O que é CRM

A Importância do CRM para as ONGs: Por que sua causa precisa de um?

Embora o termo "Customer" (cliente) possa parecer estranho no contexto de uma ONG, a lógica por trás do CRM é perfeitamente aplicável e extremamente benéfica. Para as organizações do Terceiro Setor, o CRM se torna uma ferramenta poderosa para gerenciar o relacionamento com doadores, voluntários, parceiros e beneficiários, otimizando a captação de recursos e a gestão de projetos.
Veja os principais motivos pelos quais um CRM é essencial para sua ONG:
Centralização de Dados: Um CRM permite que todas as informações sobre seus doadores, voluntários e parceiros – histórico de doações, interações, preferências, dados de contato – sejam armazenadas em um único local. Isso elimina silos de informação, garante que todos na equipe tenham acesso aos dados mais atualizados e facilita a gestão do relacionamento.
Relacionamento Personalizado: Com um CRM, é possível segmentar sua base de contatos e personalizar a comunicação. Entender o histórico de cada doador, suas causas de interesse e a forma como preferem ser contatados permite criar campanhas mais eficazes e construir um relacionamento mais próximo e duradouro, aumentando a fidelização e o engajamento.
Otimização da Captação de Recursos: A ferramenta auxilia na identificação de potenciais doadores, no acompanhamento do ciclo de doação, na gestão de campanhas e na reativação de apoiadores antigos. Ao ter uma visão clara de quem são seus doadores e como eles interagem com sua organização, você pode otimizar suas estratégias de captação e aumentar a receita.
Automação de Tarefas: Muitas tarefas administrativas e de comunicação podem ser automatizadas por um CRM, como o envio de e-mails de agradecimento, lembretes de doação ou convites para eventos. Isso libera a equipe para focar em atividades mais estratégicas e na missão principal da ONG, aumentando a eficiência operacional.
Análise e Relatórios: Um bom sistema de CRM oferece ferramentas robustas de análise e geração de relatórios. Com elas, é possível acompanhar o desempenho das campanhas, identificar tendências, medir o impacto das ações e tomar decisões baseadas em dados concretos. A transparência e a capacidade de demonstrar resultados são cruciais para a prestação de contas e para atrair novos investimentos.
Pessoas trabalhando com CRM

Conclusão

Em um mundo cada vez mais conectado e com desafios sociais complexos, as organizações do Terceiro Setor precisam de todas as ferramentas disponíveis para maximizar seu impacto. A adoção de um sistema de CRM não é um luxo, mas uma necessidade estratégica que permite uma gestão mais eficiente, um relacionamento mais profundo com seus apoiadores e, em última instância, um maior alcance de sua missão.
Investir em um CRM é investir na sustentabilidade e no crescimento da sua causa. É garantir que cada doador, cada voluntário e cada beneficiário seja valorizado e que a sua organização esteja preparada para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem no caminho do bem.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Sonhos Demolídos

Sonhos Demolídos! Mas há uma solução!


Vamos passar a limpo o que está acontecendo com as demolições da COPEL?

Terça-feira, 15 de julho de 2025. Era para ser mais um dia comum na minha rotina como cenógrafo — nas horas vagas, também atuo como programador freelancer. Mas tudo mudou com um telefonema do meu amigo Taborda, líder comunitário. Do outro lado da linha, ele me contou algo alarmante: casas de famílias simples estavam sendo demolidas por estarem localizadas próximas à linha de transmissão de alta tensão da COPEL.

O processo de reintegração de posse é antigo e controverso. Teve início em 2020 e, cinco anos depois, ainda está em curso. Alguns moradores têm apenas um contrato informal de compra e venda, de mais de 30 ou 40 anos. Outros possuem escrituras e pagam IPTU regularmente. Mesmo assim, nos autos do processo judicial, todos os terrenos próximos à linha de transmissão são reivindicados como propriedade da COPEL, que exige a reintegração.

Agora, em 2025, as demolições começaram de fato. E, com elas, veio o desespero de cerca de 200 famílias envolvidas. Imediatamente após o telefonema do Taborda, começamos a mobilizar a comunidade.

Durante a reunião com os moradores, surgiu muita desinformação e incerteza. Tomei a palavra e apresentei um documento de fundação da CODEP – Comissão de Defesa Popular, autorizado por dezenas de famílias. Em consenso, decidimos organizar um protesto: a paralisação da Rodovia dos Minérios, como forma de denúncia contra a falta de compromisso das autoridades envolvidas — COPEL, Prefeitura e COHAPAR.

Essas mesmas autoridades, vale lembrar, haviam prometido realocar as famílias afetadas. Mas romperam o acordo, silenciosamente — tão silenciosamente quanto foi a venda de parte da COPEL a empresas internacionais, dos Estados Unidos e de Singapura.

Com o protesto pronto para acontecer, recebemos uma convocação de última hora: a COPEL marcou uma reunião com representantes da CODEP. O resultado foi uma suspensão temporária das demolições por 60 dias úteis, prorrogáveis por mais 30, tempo concedido para que as famílias se organizem e procurem defesa jurídica. Diante disso, mudamos o destino do protesto: fomos até a frente da prefeitura.

A resposta do poder público? Suspensão do expediente, isolamento do prédio, reforço policial e até acionamento do Batalhão de Choque da PM. Mesmo assim, nossa manifestação foi pacífica e respeitosa. Seguimos aguardando, até hoje, a manifestação formal do prefeito e demais autoridades.

Em meio às conversas de bastidores, fomos informados por terceiros de que o ex-prefeito Gerson Colodel confirma a doação de um terreno para realocar as famílias. A COPEL, por sua vez, alega que a COHAPAR não tem verba para construir as casas. Alguns moradores sugeriram que a prefeitura faça a doação direta dos lotes aos próprios moradores, para que eles construam suas moradias. Mas aí surge uma nova barreira: a alegação de que isso seria ilegal.

Afinal, doar terreno público para reassentar moradores em área de risco é mesmo contra a lei?

Se você pensou o mesmo que eu, saiba: não, não é ilegal. A dúvida é válida, mas a resposta é clara.

A doação de terrenos públicos é permitida pela legislação brasileira quando há finalidade social, como reassentamento de famílias em situação de risco. O que existe, muitas vezes, é confusão — ou uso da “lei” como desculpa para a omissão política.

  O que diz a lei:

1. Constituição Federal – Art. 182 e 183

Reconhece a função social da propriedade e dá ao Município o poder de ordenar o uso do solo urbano, inclusive para fins habitacionais.

2. Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001)

Promove a regularização fundiária e o uso de imóveis públicos para moradia popular.

Art. 4º, III: Permite concessão de uso, doação ou alienação de imóveis públicos para fins de interesse social.

3. Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações)

Autoriza a doação de bens públicos, com ou sem encargos, desde que haja interesse público devidamente justificado e, se necessário, aprovação legislativa.

4. Lei nº 13.465/2017 – Regularização Fundiária Urbana (Reurb)

Viabiliza a doação de terrenos da União, Estados ou Municípios a famílias de baixa renda. Inclusive permite doações com dispensa de licitação, no caso de Reurb de Interesse Social (Reurb-S).


 Então por que dizem que “é contra a lei”?

A resposta pode estar em três fatores:

  1. Desinformação jurídica por parte da administração pública (algo comum, infelizmente);

  2. Desinteresse político em enfrentar o problema de forma justa;

  3. Uso da lei como pretexto para omissão, já que regularizar e doar exige esforço, responsabilidade e vontade política.


É legal doar terrenos públicos a famílias removidas de área de risco?

Sim. É legal, moral e necessário, desde que:

  • A finalidade seja pública (reassentamento, segurança, moradia);

  • Haja justificativa técnica (ex: laudos da Defesa Civil);

  • A doação siga os trâmites administrativos e legais;

  • O uso do terreno seja compatível com a política urbana do município.


E o que a CODEP pode fazer?

✅ Exigir que a Prefeitura elabore um plano de reassentamento com base na Reurb-S;
✅ Cobrar da Câmara Municipal a aprovação de um projeto de lei que autorize a doação direta dos lotes;
✅ Acionar a Defensoria Pública, Ministério Público e OAB para pressionar a administração;
✅ Usar o argumento da proteção à vida e do interesse social como base legal e moral.


Conclusão

A verdade, caro leitor, é que nós, cidadãos, temos feito o possível. Mas muito ainda depende daqueles que ocupam cargos públicos. Nossos vereadores podem — e devem — agir. Até agora, estão omissos. Mas vamos chegar neles. Nem que para isso seja necessário queimar muitos pneus. Mas esperamos que não seja preciso chegar a esse ponto. Mas que o povo seja ouvido — isso, sim, é urgente!

quarta-feira, 11 de junho de 2025

Caça ao Tesouro - O Game

Caça ao Tesouro - O Game



Um Jogo para Redescobrir a Cidade com Diversão, Tecnologia e Recompensas Reais


Imagine um jogo que transforma parques e espaços públicos da sua cidade em um verdadeiro tabuleiro interativo, onde equipes competem resolvendo enigmas, descobrindo pistas escondidas e interagindo com a realidade aumentada. Essa é a proposta do "Caça ao Tesouro - O Game", um game multiplayer para Android que une tecnologia, turismo local, comércio e engajamento social.


🎯 O Conceito

"Caça ao Tesouro - O Game" é bem mais do que um jogo — é uma experiência urbana colaborativa. Usando geolocalização, realidade aumentada e desafios lógicos, os jogadores são divididos em equipes e percorrem diferentes pontos da cidade para resolver enigmas escondidos em locais estratégicos. A cada pista decifrada, a equipe marca aquele ponto com sua bandeira e avança no caminho até o tesouro final.
O jogo estimula:
O uso inteligente de espaços públicos (praças, parques, centros históricos);
O trabalho em equipe e o raciocínio lógico;
A valorização da cidade e do comércio local;
A interação entre usuários e marcas de forma leve e divertida.


📲 Como Funciona

Os jogadores instalam o app e formam equipes.
Uma vez dentro do jogo, seu celular receberá notificações sobre o status da sua equipe.
Quando alguém da sua equipe descobre um novo enigma, pode tentar resolvê-lo sozinho ou com a ajuda dos demais ou de alguém específico da sua equipe.
Um mapa lúdico indica os pontos de interesse próximos.
Ao entrar em certos perímetros de sua cidade, recebem notificações com desafios ou pistas.
Algumas pistas são acessadas via QR codes em placas físicas, com vídeos e elementos 3D em realidade aumentada usando a camera de seu celular.
Os desafios resolvidos rendem pontos, prêmios e progressão.
Vence a equipe que decifrar todas as pistas e chegar primeiro ao tesouro.



🎁 Sistema de Recompensas

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Durante o jogo, os participantes podem ganhar:
Cupons de desconto em lojas locais;
Brindes e produtos patrocinados;
Ingressos para eventos culturais e esportivos;
Vouchers especiais em promoções relâmpago lançadas por patrocinadores.


🛍️ Oportunidade para o Comércio Local



Empresas e lojistas podem participar como patrocinadores oficiais, com acesso a um Painel do Parceiro onde podem:
Cadastrar recompensas exclusivas;
Lançar promoções com limite de tempo e geolocalização;
Inserir pistas personalizadas em seus estabelecimentos;
Enviar notificações a jogadores próximos  sobre ofertas e promoções (de forma moderada);
Acompanhar estatísticas de engajamento com seu ponto.
Com isso, o jogo se torna também um canal inovador de publicidade gamificada e experiência de marca para o comércio local.



🧩 Apoio Institucional e Cultural

A Caça ao Tesouro também pode ser incorporada a eventos públicos, festivais e campanhas educativas, com rotas temáticas como:
Trilha ecológica: pistas sobre sustentabilidade e meio ambiente;
Rota histórica: locais que contam a história da cidade;
Caça Literária: desafios com trechos de livros escondidos em bibliotecas e escolas.
O jogo pode ser promovido com apoio de secretarias municipais de Cultura, Educação, Esporte e Meio Ambiente, incentivando a ocupação saudável dos espaços públicos.



🤝 Seja um Parceiro

Você pode apoiar este projeto como:
Patrocinador Comercial (comércio, restaurante, academia, etc.);
Parceiro Institucional (órgãos públicos, ONGs, escolas);
Apoiador Cultural (produtores, artistas, grupos locais).
Com um investimento acessível, sua marca estará presente em uma plataforma inovadora, com alto potencial de engajamento e impacto local.



📌 Contato para Parcerias

Sergio Kores
Desenvolvedor e idealizador
📧 koresdeveloper@gmail.com
📱 fale comigo pelo whats clicando aqui
🌐 visite meu perfil no Facebook aqui 
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domingo, 8 de dezembro de 2024

Aumento de Salário dos Vereadores: Justiça ou Abuso de Poder?

O aumento salarial dos vereadores em Almirante Tamandaré, PR, gerou grande controvérsia entre a população. Com um reajuste de 19,44%, os vereadores passarão a receber R$ 13.765,31, enquanto a renda per capita da população gira em torno de um salário mínimo.



A cidade enfrenta desafios significativos, como alta taxa de desemprego e falta de investimentos em áreas essenciais, como saúde, educação e saneamento. Nesse cenário, o aumento salarial dos vereadores é visto como um privilégio injustificado.

 O salário atual dos vereadores é de R$ 11.524,80, sendo significativamente bem alto em relação à renda média da população.

 A Câmara Municipal não forneceu explicações claras sobre a justificativa do aumento. Alem do que, este aumento salarial não reflete as necessidades reais da população.


Obrigado por ter lido essa pequena materia sobre um assunto tão importante. Aproveite para assinar o nosso abaixo assinado contra esse aumento clicando no link : https://chng.it/yZHX4mBzBW


 

A verdade saindo do poço.

 A Verdade Nua e Crua Muita gente já ouviu — ou até disse — a expressão: “essa é a verdade nua e crua”. Poucos sabem, no entanto, de onde su...